STF: súmulas por assunto de Direito Tributário atualizado

Olá megeanos(as)!

O estudo das súmulas do Supremo Tribunal Federal (STF) em Direito Tributário é etapa indispensável na preparação para concursos de carreiras jurídicas. Ainda que determinadas bancas mantenham perfil mais legalista ou doutrinário, a jurisprudência sumulada do STF continua sendo fonte recorrente de cobrança, tanto em provas objetivas quanto em questões discursivas e orais.

Pensando nisso, o MEGE organizou este material com foco exclusivo na sistematização dos enunciados das súmulas do STF, separadas por assunto e atualizadas até 17/11/2025, contemplando inclusive as Súmulas Vinculantes até a nº 63. A proposta é oferecer uma ferramenta de revisão objetiva, direta e funcional, sem aprofundamentos teóricos, permitindo ao candidato uma leitura estratégica e eficiente.

Este conteúdo deve ser utilizado especialmente em momentos de reta final, funcionando como leitura obrigatória nas semanas que antecedem provas. O domínio das súmulas do STF em matéria tributária não é opcional: trata-se de conhecimento mínimo exigido de quem busca aprovação em concursos de alto nível e segurança na atuação profissional.

Bons estudos!

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Informativo 869 do STJ: o que você precisa saber sobre remição ficta e cadeia de custódia

Informativo 869 do STJ: o que você precisa saber sobre remição ficta e cadeia de custódia

Olá megeanos(as)!

O Informativo 869 do STJ reúne decisões relevantes para concursos jurídicos, especialmente nos temas de remição ficta e cadeia de custódia, consolidando entendimentos que impactam diretamente a interpretação de dispositivos da LEP e do CPP. Por isso, dominar os julgados desse informativo é essencial para quem busca uma preparação completa, atualizada e alinhada ao que as bancas costumam cobrar.

Neste texto, analisamos de forma objetiva os principais pontos discutidos pelo Tribunal, explicando a evolução jurisprudencial, o fundamento normativo aplicado e os aspectos que o concurseiro deve priorizar na hora de revisar Execução Penal e Processo Penal.

Entenda melhor abaixo:

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As mudanças nos arts. 310 e 312 do CPP: o novo regime da preventiva no Brasil

As mudanças nos arts. 310 e 312 do CPP: o novo regime da preventiva no Brasil

Olá megeanos(as)!

A Lei 15.272/2025 promoveu uma das reformas mais relevantes do Código de Processo Penal desde a implementação da audiência de custódia no país. As alterações concentram-se nos arts. 310, 310-A e 312 do CPP, com impacto direto na decretação, fundamentação e revisão da prisão preventiva, além da introdução de regras para coleta de material biológico em prisões em flagrante. Trata-se de uma mudança que dialoga diretamente com exigências constitucionais, pressões jurisprudenciais e necessidades práticas da persecução penal contemporânea.

Nas últimas décadas, o debate sobre prisão preventiva e audiência de custódia assumiu centralidade na agenda jurídica brasileira. A ampliação do uso da preventiva como instrumento de contenção social, frequentemente decretada com fundamentações genéricas, baseadas na gravidade abstrata do delito, gerou críticas contundentes de doutrina, tribunais superiores e organismos internacionais de direitos humanos.

Paralelamente, a jurisprudência do STF e do STJ consolidou diretrizes mais rígidas sobre a excepcionalidade da prisão cautelar, reforçando a necessidade de demonstração concreta do risco (periculum libertatis), e não apenas da tipicidade penal.

Veja abaixo todos os detalhes:

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STF aprova a Súmula Vinculante 63: Tráfico Privilegiado não é crime hediondo

STF aprova a Súmula Vinculante 63: Tráfico Privilegiado não é crime hediondo

Olá megeanos(as)!

No mês de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a Súmula Vinculante nº 63, que trouxe uma definição relevante para o Direito Penal e para a prática forense:

“O tráfico privilegiado (art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006) não configura crime hediondo, afastando-se a aplicação dos parâmetros mais rigorosos de progressão de regime e de livramento condicional.”

A súmula reforça um entendimento que vinha se consolidando há anos na jurisprudência e que possui impacto direto na execução penal de milhares de condenados. Além disso, a decisão é altamente relevante para concursos públicos, especialmente para carreiras jurídicas como Magistratura, Ministério Público e Defensoria.

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Jurisprudência Atualizada: STF e STJ sobre Ato Infracional e Medidas Socioeducativas

Jurisprudência Atualizada: STF e STJ sobre Ato Infracional e Medidas Socioeducativas

Olá megeanos(as)!

Neste blogpost, reunimos os principais julgados e súmulas do STF e do STJ que tratam sobre a prática de ato infracional e as medidas aplicáveis tanto ao adolescente quanto aos pais ou responsáveis. As decisões abordam temas como a aplicação de medidas privativas de liberdade, os limites da execução da medida socioeducativa, a admissibilidade de prescrição, a interpretação do SINASE e a proteção da dignidade da pessoa em desenvolvimento.

Com esse levantamento, buscamos oferecer um material sólido e atualizado para estudantes, operadores do Direito e candidatos a concursos públicos, especialmente aqueles voltados à área da infância e juventude, promovendo uma visão integrada entre legislação, doutrina e jurisprudência.

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STJ: Suspensão do processo e da prescrição por ausência do Réu exige Decisão Judicial

STJ: Suspensão do processo e da prescrição por ausência do Réu exige Decisão Judicial

Olá megeanos(as)!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio de sua Quinta Turma, reforçou recentemente uma interpretação sobre a exigência da suspensão do processo e da prescrição por ausência do réu. 

O tema é tratado no artigo 366 do Código de Processo Penal (CPP). A decisão estabelece que a suspensão do processo e do prazo prescricional, em casos de ausência do réu, não ocorre de forma automática, mas exige uma decisão judicial expressa e fundamentada.

Esse entendimento busca evitar suspensões indefinidas e garantir que o instituto seja aplicado de maneira equilibrada, sem comprometer os princípios do devido processo legal e da razoável duração do processo.

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STJ nega pedido da ANVISA para Prazo maior na regulamentação do uso medicinal da Cannabis

STJ nega pedido da ANVISA para Prazo maior na regulamentação do uso medicinal da Cannabis

Olá megeanos(as)!

O uso medicinal da cannabis tem sido um dos temas mais debatidos no Brasil nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à regulamentação e ao acesso da população a tratamentos baseados na substância. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é a responsável por estabelecer as diretrizes para a comercialização e o uso desses produtos, mas tem enfrentado desafios e embates jurídicos nesse processo.

Nesta semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tomou uma decisão que pode acelerar essa regulamentação: o tribunal negou o pedido da Anvisa para ampliar o prazo destinado à normatização do uso da cannabis medicinal no país. A decisão gerou reações tanto por parte de profissionais da saúde e pacientes que aguardam maior acessibilidade a esses tratamentos, quanto de setores mais conservadores, que defendem cautela no processo regulatório.

Com esse julgamento, a Anvisa precisará seguir os prazos já estabelecidos e avançar com a regulamentação da substância, o que pode trazer impactos significativos para pacientes que dependem desse tipo de medicamento.

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STF: Guardas Municipais podem fazer Policiamento Urbano!

STF: Guardas Municipais podem fazer Policiamento Urbano!

Olá megeanos(as)!

Em uma decisão histórica, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que as guardas municipais podem atuar no policiamento urbano, incluindo ações de segurança pública ostensiva, desde que respeitem as atribuições exclusivas das polícias Civil e Militar. Essa decisão veio por meio do Recurso Extraordinário (RE) 608588, com repercussão geral, o que significa que o entendimento deverá ser seguido por todos os tribunais do país.

Essa decisão é um marco na interpretação do artigo 144 da Constituição Federal, que trata da segurança pública. Ao permitir que as guardas municipais realizem policiamento ostensivo comunitário, o STF reconhece a relevância dessas corporações na segurança urbana, ampliando suas funções para além da proteção de bens, serviços e instalações municipais.

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Implicações da decisão do STJ: Uso do Salário Mínimo como Indexador Contratual

Implicações da decisão do STJ: Uso do Salário Mínimo como Indexador Contratual

Olá megeanos(as)!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio da Terceira Turma, manifestou a decisão sobre a mera utilização do salário mínimo como indexador contratual não afasta a mora do devedor em contratos de promessa de compra e venda de imóveis. Essa decisão reforça a função da correção monetária nos contratos e estabelece diretrizes importantes para o mercado imobiliário e para os consumidores.

Neste artigo, analisaremos o contexto jurídico dessa decisão, as razões apresentadas pelo STJ e os impactos para credores e devedores no cumprimento de obrigações contratuais.

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STJ: veja os julgamentos mais aguardados para 2025

STJ: veja os julgamentos mais aguardados para 2025

Olá megeanos(as)!

O ano judiciário de 2025 promete movimentar o Superior Tribunal de Justiça (STJ) com temas de grande relevância para o cenário jurídico brasileiro. Questões como a prescrição para cobrança do seguro habitacional, a rescisão unilateral de planos de saúde coletivos, a litigância predatória e a impenhorabilidade de aplicações financeiras estão entre os destaques que serão analisados pela Corte.

Na esfera penal, o tribunal continuará o julgamento de desembargadores da Justiça do Trabalho acusados de corrupção e revisará um recurso relacionado a um crime de grande repercussão ocorrido em Brasília em 2009. Além disso, um caso inédito no STJ poderá definir se jogadores de plataformas eletrônicas que infringirem regras podem ser excluídos sem direito ao contraditório e à ampla defesa.

A seguir, confira alguns dos processos mais relevantes que devem compor a pauta do STJ ao longo deste ano.

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