Ordem Econômica e Social para o ENAM: o que a FGV pode cobrar em Direito Constitucional

Ordem Econômica e Social para o ENAM: o que a FGV pode cobrar em Direito Constitucional

A Ordem Econômica e Social é um dos capítulos do Direito Constitucional que mais esconde armadilhas para candidatos bem preparados. Não é um tema de decoreba: exige compreensão da lógica estrutural do papel do Estado na economia, conhecimento das exceções às regras gerais e domínio da jurisprudência do STF sobre assuntos que vão da livre iniciativa ao efeito backlash legislativo.

As bancas exploram esse tema de forma sofisticada. A FGV no ENAM não pergunta o que é a seguridade social: ela descreve uma situação e pergunta se determinada prestação independe ou não de contribuição prévia, se o planejamento estatal é determinante ou indicativo para o setor privado, se a justiça desportiva integra o Poder Judiciário. São questões que exigem precisão conceitual, não volume de leitura.

Este material percorre a estrutura constitucional da Ordem Econômica e Financeira e da Ordem Social, com atenção especial à jurisprudência recente do STF e aos pontos que sistematicamente derrubam candidatos nas provas.

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Tutelas Provisórias no CPC: Urgência, Evidência e Jurisprudência do STJ para o ENAM

Tutelas Provisórias no CPC: Urgência, Evidência e Jurisprudência do STJ para o ENAM

O sistema das tutelas provisórias, disciplinado entre os arts. 294 e 311 do Código de Processo Civil, é um dos temas de maior incidência em provas de Processo Civil para Magistratura e o ENAM. Ele aparece nas questões objetivas, nas discursivas e nas provas orais, e exige do candidato um nível de precisão técnica que vai muito além da leitura dos artigos: é preciso compreender a lógica estrutural do sistema, as diferenças procedimentais entre as modalidades e o que o STJ decidiu sobre os pontos que o texto da lei deixou em aberto.

O que torna esse tema especialmente desafiador é a quantidade de detalhes que se sobrepõem: prazos diferentes para cada modalidade, requisitos distintos conforme o tipo de tutela, hipóteses que admitem liminar e hipóteses que exigem contraditório, a divergência dentro do próprio STJ sobre o que impede a estabilização. Dominar esses detalhes com precisão é o que separa o candidato que acerta das questões de tutelas provisórias do que erra exatamente nelas.

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Crimes contra a Pessoa no ENAM: o que a FGV cobra sobre Feminicídio e Dignidade Sexual

Crimes contra a Pessoa no ENAM: o que a FGV cobra sobre Feminicídio e Dignidade Sexual

O Direito Penal passou por uma das fases de maior transformação legislativa dos últimos anos. A Lei Antifacção, a autonomização do feminicídio como crime próprio, a criação do vicaricídio e as atualizações jurisprudenciais do STJ sobre estupro de vulnerável e assédio sexual formam um conjunto de mudanças que as bancas já começaram a incorporar nas provas do ENAM e dos concursos de magistratura.

Para o candidato, isso significa uma dupla exigência: dominar o texto atualizado do Código Penal e compreender como a jurisprudência do STJ interpreta os novos tipos e os institutos modificados. Quem ainda estuda com o código anterior chega à prova preparado para questões que não existem mais na forma que conhecia.

Este material percorre as principais inovações nos crimes contra a pessoa e nos crimes contra a dignidade sexual, com atenção especial às distinções técnicas que as bancas mais exploram e aos pontos em que candidatos bem preparados erram por falta de atualização.

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Pessoa Jurídica no Código Civil: EIRELI, SAF, Desconsideração e Jurisprudência para Concursos

Pessoa Jurídica no Código Civil: EIRELI, SAF, Desconsideração e Jurisprudência para Concursos

A pessoa jurídica é um dos institutos centrais do Direito Civil e um dos temas com maior densidade de cobrança nos concursos de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública. A FGV e outras bancas de alto nível não se limitam a perguntar o conceito: elas montam situações concretas que testam a distinção entre as teorias da desconsideração, o alcance de cada espécie, os limites impostos pela jurisprudência do STJ e as atualizações legislativas recentes.

Este post percorre a teoria da pessoa jurídica, as inovações normativas mais recentes e os precedentes dos tribunais superiores sobre desconsideração da personalidade jurídica, com atenção especial às distinções que as bancas mais exploram e aos pontos em que candidatos bem preparados erram por falta de precisão conceitual.

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Direitos dos povos originários e a Convenção 169 da OIT para concursos

Direitos dos povos originários e a Convenção 169 da OIT para concursos

A cobrança de Direitos Humanos nos concursos jurídicos tem exigido um nível de aprofundamento cada vez maior, especialmente em temas de tutela coletiva. Entre os assuntos com maior incidência nas provas de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública, os direitos dos povos originários ocupam um espaço crescente, especialmente após as condenações do Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos e o avanço da jurisprudência do STF sobre demarcação de terras.

Dominar esse tema exige compreender uma transição histórica fundamental: a passagem de um modelo jurídico que tratava os indígenas como incapazes a serem integrados à cultura dominante para um modelo que reconhece a autodeterminação dos povos e o direito à diferença como valores constitucionais. Essa transição não é apenas doutrinária: ela está inscrita nos tratados internacionais, na Constituição de 1988 e na jurisprudência dos tribunais superiores.

Este material percorre os conceitos essenciais, o arcabouço normativo internacional, a jurisprudência da Corte IDH e os pontos que as bancas mais exploram nas provas.

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Principais julgados dos Informativos: 1214 do STF e 887 do STJ

Principais julgados dos Informativos: 1214 do STF e 887 do STJ

Atualização Jurisprudencial em Superendividamento, Terras Rurais e Processo Civil

A jurisprudência dos tribunais superiores não para, e as bancas acompanham esse movimento com precisão. Os Informativos 1.214 do STF e 887 do STJ concentram teses com altíssimo potencial de cobrança nas próximas provas de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública, percorrendo Direito do Consumidor, Constitucional, Civil, Digital, Processual Civil e Penal.

O que torna esses julgados especialmente relevantes para os concursos é que todos eles envolvem distinções técnicas que os candidatos frequentemente ignoram ou confundem: a diferença entre desindexação e direito ao esquecimento, entre ação rescisória e ação anulatória para atacar sentença homologatória, e entre ato preparatório e tentativa no furto qualificado. São exatamente essas nuances que a FGV usa para separar os candidatos nas provas do ENAM.

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Crimes Contra o Patrimônio para o ENAM: Furto, Roubo, Estelionato e Jurisprudência do STJ

Crimes Contra o Patrimônio para o ENAM: Furto, Roubo, Estelionato e Jurisprudência do STJ

Os crimes contra o patrimônio são um dos capítulos mais explorados em provas de concursos jurídicos, e não é por acaso. Trata-se de uma matéria que combina texto legal denso, jurisprudência em constante evolução e a habilidade de aplicar conceitos a situações concretas, que é exatamente o formato que a FGV privilegia nas provas do ENAM e dos concursos de magistratura estadual.

O cenário ficou ainda mais exigente com as mudanças trazidas pelas Leis 15.397 e 15.358, em vigor desde 2026, que alteraram penas, criaram novas qualificadoras e modificaram a natureza da ação penal em crimes clássicos. Quem não se atualizou chega à prova com o conhecimento errado, o que é pior do que não saber: permite ao candidato responder com convicção o que está incorreto.

Este material percorre os principais institutos dos crimes contra o patrimônio com profundidade, atenção às mudanças legislativas recentes e foco na forma como a FGV monta as questões a partir de situações concretas.

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Recursos no Processo Civil: Efeitos, Pressupostos e Jurisprudência para Concursos

Recursos no Processo Civil: Efeitos, Pressupostos e Jurisprudência para Concursos

O inconformismo diante de decisões judiciais desfavoráveis é tão antigo quanto o próprio Direito. Os recusos existem exatamente para canalizar esse inconformismo de forma organizada, permitindo que decisões sejam revistas dentro de parâmetros claros e dentro do mesmo processo em que foram proferidas.

Para os concursos de Magistratura e o ENAM, porém, não basta saber que recursos existem e têm prazos. O que as bancas cobram é a compreensão estrutural do sistema: o que distingue um recurso de uma ação autônoma de impugnação, por que a remessa necessária não é recurso, como funciona cada efeito recursal e onde estão as distinções que candidatos bem preparados erram por falta de precisão técnica.

Este post percorre a teoria geral dos recursos com foco naquilo que efetivamente aparece nas provas, com atenção especial às pegadinhas mais frequentes.

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Controle de Constitucionalidade: ADI, ADC, ADPF e Legitimados

Controle de Constitucionalidade: ADI, ADC, ADPF e Legitimados

O controle de constitucionalidade é um dos temas mais cobrados em provas de Direito Constitucional e, ao mesmo tempo, um dos que mais causam confusão quando o candidato tenta aplicar os conceitos a situações concretas. Entender a lógica do sistema, e não apenas decorar os dispositivos, é o que permite responder com segurança mesmo quando a banca apresenta um enunciado que mistura dois ou três institutos no mesmo caso hipotético.

Este material percorre os fundamentos do controle de constitucionalidade, as diferenças entre os modelos difuso e concentrado, os legitimados e as ações cabíveis, com atenção especial às distinções que as bancas do ENAM e dos principais concursos de magistratura mais exploram.

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Vade MEGE proibido no TJPR: o que cconteceu e o que estamos fazendo a respeito

Vade MEGE proibido no TJPR: o que cconteceu e o que estamos fazendo a respeito

Em 11 anos de atuação em concursos de magistratura, o MEGE já enfrentou muitos desafios ao lado dos concurseiros. Participamos de lutas importantes, como a que garantiu a obrigatoriedade de divulgação do espelho das provas de segunda fase. Acompanhamos de perto cada etapa de dezenas de certames em todo o país. Temos juízes e juízas em exercício em praticamente todos os tribunais da federação.

Por tudo isso, quando afirmamos que o episódio ocorrido na segunda fase do concurso do TJPR acerca do Vade MEGE nos surpreendeu profundamente, não é exagero. É porque o que aconteceu é, de fato, fora do comum.

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