TJBA: julgados do STF e revisões estratégicas para a prova

TJBA: julgados do STF e revisões estratégicas para a prova

Olá megeanos(as)!

O estudo da jurisprudência do STF deixou de ser um complemento ao estudo da lei e passou a ser um requisito básico para a aprovação nas principais carreiras jurídicas do país. As bancas examinadoras, especialmente a FGV para o TJBA, não cobrando apenas a tese fixada: cobrando os fundamentos que a sustentam, as exceções que a delimitam e a capacidade de aplicá-la a situações concretas que o enunciado da tese não descreve literalmente.

Este material reúne os julgados recentes do STF com maior incidência em provas, organizados por área, com atenção especial às nuances que as bancas exploram nas alternativas e aos pontos em que a jurisprudência recente alterou entendimentos anteriores que muitos candidatos ainda têm memorizados.

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Empresário, Empresa e Estabelecimento: as diferenças que mais cobradas em concursos públicos

Empresário, Empresa e Estabelecimento: as diferenças que mais cobradas em concursos públicos

Olá megeanos(as)!

O Direito Empresarial figura entre as disciplinas mais cobradas nas provas de Magistratura e no ENAM, e o ponto de partida de todo o estudo da matéria é compreender com precisão técnica quem é o empresário, o que é a empresa e o que é o estabelecimento. São três conceitos que o senso comum trata como sinônimos e que o Código Civil define de forma completamente distinta.

A dificuldade do tema não está em uma complexidade abstrata: está na linguagem. Quem diz que “a empresa faliu” ou que “a empresa contratou um funcionário” já está cometendo um erro técnico que, em prova, custa pontos. O investimento em compreender esses conceitos desde o início é o que permite ao candidato responder com segurança questões que envolvem capacidade empresarial, registro, exclusões legais e o chamado elemento de empresa.

Este material percorre os fundamentos da atividade econômica no Direito brasileiro, com atenção especial às distinções que as bancas mais exploram e à jurisprudência que complementa o texto do Código Civil.

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Lei 15397/2026: O que mudou no Código Penal e o que isso significa para Concursos

Lei 15397/2026: O que mudou no Código Penal e o que isso significa para Concursos

Olá megeanos(as)!

O Código Penal brasileiro acaba de passar por uma de suas reformas mais abrangentes nos últimos anos. A Lei 15.397, sancionada em 30 de abril de 2026 e publicada no Diário Oficial no dia 4 de maio, já está em vigor e alterou de forma significativa as penas dos principais crimes patrimoniais do ordenamento jurídico brasileiro.

Para quem se prepara para concursos jurídicos, a publicação de uma lei dessa magnitude exige atenção imediata. Alterações no Código Penal entram no edital assim que entram em vigor, e as bancas, especialmente a FGV no ENAM e o CESPE nos concursos de Magistratura, não demoram para incorporá-las às questões. Entender o que mudou, o que foi vetado e por quê é o que permite ao candidato responder com segurança mesmo quando a questão apresenta as novas penas misturadas com as antigas.

Este material apresenta as principais mudanças da Lei 15.397/2026 de forma organizada e didática, com atenção especial aos pontos que têm maior potencial de cobrança em prova.

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Processo Coletivo no CDC: o que cai em concursos de Magistratura e Defensoria

Processo Coletivo no CDC: o que cai em concursos de Magistratura e Defensoria

Olá megeanos(as)!

A defesa do consumidor em juízo é um dos temas mais densos e mais cobrados em provas de concursos jurídicos. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) foi o grande responsável por estruturar o que a doutrina chama de microssistema processual coletivo, integrando-se com a Lei da Ação Civil Pública, a Lei da Ação Popular e o Estatuto da Criança e do Adolescente em um sistema processual próprio para a tutela de direitos transindividuais.

Para quem se prepara para concursos de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública, dominar esse conteúdo significa muito mais do que conhecer o texto da lei. Significa compreender como os tribunais superiores aplicam cada instituto, como a coisa julgada coletiva se diferencia da coisa julgada individual e como a estrutura dogmática dos direitos tutelados altera todo o regime processual aplicável.

Este material percorre os pilares centrais do processo coletivo no CDC, com atenção especial às distinções que mais geram confusão e à jurisprudência com maior probabilidade de cobrança nas próximas provas.

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DPEBA 2026: prova comentada pela equipe mege conforme gabarito preliminar oficial

DPEBA 2026: prova comentada pela equipe mege conforme gabarito preliminar oficial

Olá megeanos(as)!

A prova objetiva da DPEBA foi aplicada dia 26/04/2026. Assim que tivemos acesso ao gabarito preliminar iniciamos a tradicional prova comentada do Mege e aceleramos para entregar tudo dentro do prazo recursal. Mais uma vez, missão cumprida! A intenção neste material é auxiliar nossos alunos e seguidores na análise da elaboração de seus recursos, além de possibilitar, em formato conclusivo, a revisão de temas cobrados no certame e verificação de maiores chances de avanço para a próxima fase.

O arquivo aqui apresentado trata de versão preliminar elaborada com as finalidades informadas e concluído por nosso time específico de 1ª fase de defensoria, sem maiores pretensões de aprofundamento ou trabalho editorial neste momento, que é de puro apoio (e não foca na detectação de questões antecipadas em nossas várias formas de atuação). No Clube da Defensoria, o Mege revisa um edital completo em 1 ano de estudo, ou seja, a produção é realmente vasta.

O corte, neste momento, segue estimado em 74 acertos para ampla concorrência. A Prova Objetiva é de caráter eliminatório e classificatório e será avaliada na escala de 0 (zero) a 10 (dez). Cada questão objetiva terá o valor de 0,1 (um décimo).

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Negócios Jurídicos para concursos: Defeitos, Nulidades e Jurisprudência do STJ

Negócios Jurídicos para concursos: Defeitos, Nulidades e Jurisprudência do STJ

Olá megeanos(as)!

A Parte Geral do Direito Civil é o alicerce sobre o qual todo o restante do código se sustenta, e dentro dela os negócios jurídicos ocupam o espaço mais denso e mais cobrado. Não existe área do Direito Civil que não passe, em algum momento, pela compreensão dos planos do negócio jurídico, dos seus elementos essenciais e acidentais, dos seus defeitos e das consequências que cada vício produz.

Para quem se prepara para concursos de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública, especialmente nas provas elaboradas pela FGV, dominar esse tema significa muito mais do que memorizar artigos. A banca constrói questões que exigem a conexão entre autonomia da vontade e boa-fé objetiva, a distinção precisa entre os sete defeitos do negócio jurídico e o conhecimento dos julgados do STJ que aplicam esses institutos a situações concretas.

Este material percorre o tema de forma progressiva, do plano da validade aos defeitos do consentimento, com atenção especial às distinções que mais geram confusão e à jurisprudência com maior probabilidade de cobrança.

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Principais julgados dos Informativos: 1212 do STF e 885 do STJ

Principais julgados dos Informativos: 1212 do STF e 885 do STJ

Olá megeanos(as)!

Acompanhar a jurisprudência dos tribunais superiores não é apenas uma recomendação de estudo: é uma exigência concreta de qualquer concurso jurídico de alto nível. O STJ e o STF decidem dezenas de casos por semana, e as bancas mais exigentes, como a FGV no ENAM, incorporam esses julgados às provas com velocidade crescente. Quem não acompanha chega à prova surpreso por questões cujas respostas contradizem o que aprendeu nos manuais.

O material de informativos a seguir reúne seis julgados recentes que percorrem Processo Penal, Execução Penal, Direito Constitucional, Civil, Processo Civil Coletivo e Direito Digital. Foram escolhidos pela riqueza técnica dos raciocínios envolvidos e pelo potencial de cobrança nas próximas provas: todos envolvem distinções ou superações de entendimentos anteriores, que é exatamente o tipo de situação que as bancas usam para separar candidatos.

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Funções essenciais à Justiça: tudo que você precisa saber para Concursos

Funções essenciais à Justiça: tudo que você precisa saber para Concursos

Olá megeanos(as)!

O Poder Judiciário atua, como regra geral, pautado pelo princípio da inércia: ele precisa ser provocado para iniciar sua atuação na resolução de conflitos. Quem exerce o papel de acionar essa engrenagem estatal são as chamadas Funções Essenciais à Justiça, que, embora estejam alocadas no mesmo capítulo constitucional dedicado ao Judiciário, não integram esse poder.

Para memorizar quem compõe esse grupo, os concurseiros utilizam o mnemônico DAMA: Defensoria Pública, Advocacia Pública, Ministério Público e Advocacia Privada. Cada uma dessas funções defende interesses específicos perante os tribunais e possui regras próprias de organização, ingresso e garantias que as bancas exploram com precisão.

Este material aprofunda os pontos teóricos, práticos e jurisprudenciais que mais aparecem nas provas objetivas e discursivas sobre as Funções Essenciais à Justiça, com atenção especial às distinções que mais geram confusão e aos julgados do STF que alteraram entendimentos anteriores.

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ENAM: casos da CIDH e resoluções do CNJ que cairão no Exame

ENAM: casos da CIDH e resoluções do CNJ que cairão no Exame

Olá megeanos(as)!

O ENAM consolidou Formação Humanística e Direitos Humanos como disciplinas de peso real na preparação para a magistratura. E dentro desse bloco, dois conjuntos de conteúdo têm aparecido com frequência crescente nas provas da FGV: as condenações do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos e as Resoluções do CNJ voltadas à proteção de minorias no sistema de justiça.

Dominar esses temas vai além de memorizar fatos e datas. O que a banca testa, especialmente nas provas de alto nível, é a capacidade de conectar as circunstâncias fáticas de cada caso ao direito violado e à resposta jurídica que a Corte ou o CNJ construiu. Quem entende a lógica por trás de cada julgado responde com segurança mesmo quando a questão apresenta variações que o enunciado literal não cobre.

Este material percorre os casos mais recentes e relevantes da CIDH envolvendo o Brasil e as duas resoluções do CNJ com maior probabilidade de cobrança no ENAM V, com atenção especial às distinções conceituais e às armadilhas que as bancas mais utilizam.

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O que é Direito Probatório e por que é tão cobrado em concursos?

O que é Direito Probatório e por que é tão cobrado em concursos?

Olá megeanos(as)!

No universo jurídico, alegar sem provar equivale, na maioria dos casos, a não ter o direito. O Direito Probatório é o conjunto de regras que define quem deve provar, o que deve ser provado, como pode ser provado e o que acontece quando a prova não é produzida. Para quem se prepara para concursos de Magistratura, Ministério Público, Defensoria Pública etc, dominar esse sistema é indispensável: é em Processo Civil que a teoria encontra a prática, e é nas questões de provas que a FGV e as demais bancas mais exploram a capacidade do candidato de aplicar institutos conexos em um único raciocínio.

Um equívoco frequente entre candidatos em fase inicial de preparação é imaginar que a atividade probatória se restringe à fase instrutória do processo. Na verdade, ela começa muito antes: o autor deve instruir a petição inicial com a documentação pertinente, e o réu, pelo princípio da eventualidade, deve concentrar suas provas na contestação. Apenas documentos novos podem ser juntados posteriormente. Compreender esse fluxo desde o início é o que permite ao candidato responder com segurança as questões que descrevem situações fora da ordem esperada.

Este material percorre a base teórica e prática do sistema de provas no CPC de 2015, com atenção especial aos entendimentos do STJ e aos pontos que as bancas mais exploram nas alternativas.

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