Crimes Contra o Patrimônio para o ENAM: Furto, Roubo, Estelionato e Jurisprudência do STJ
Os crimes contra o patrimônio são um dos capítulos mais explorados em provas de concursos jurídicos, e não é por acaso. Trata-se de uma matéria que combina texto legal denso, jurisprudência em constante evolução e a habilidade de aplicar conceitos a situações concretas, que é exatamente o formato que a FGV privilegia nas provas do ENAM e dos concursos de magistratura estadual.
O cenário ficou ainda mais exigente com as mudanças trazidas pelas Leis 15.397 e 15.358, em vigor desde 2026, que alteraram penas, criaram novas qualificadoras e modificaram a natureza da ação penal em crimes clássicos. Quem não se atualizou chega à prova com o conhecimento errado, o que é pior do que não saber: permite ao candidato responder com convicção o que está incorreto.
Este material percorre os principais institutos dos crimes contra o patrimônio com profundidade, atenção às mudanças legislativas recentes e foco na forma como a FGV monta as questões a partir de situações concretas.
Recursos no Processo Civil: Efeitos, Pressupostos e Jurisprudência para Concursos
O inconformismo diante de decisões judiciais desfavoráveis é tão antigo quanto o próprio Direito. Os recusos existem exatamente para canalizar esse inconformismo de forma organizada, permitindo que decisões sejam revistas dentro de parâmetros claros e dentro do mesmo processo em que foram proferidas.
Para os concursos de Magistratura e o ENAM, porém, não basta saber que recursos existem e têm prazos. O que as bancas cobram é a compreensão estrutural do sistema: o que distingue um recurso de uma ação autônoma de impugnação, por que a remessa necessária não é recurso, como funciona cada efeito recursal e onde estão as distinções que candidatos bem preparados erram por falta de precisão técnica.
Este post percorre a teoria geral dos recursos com foco naquilo que efetivamente aparece nas provas, com atenção especial às pegadinhas mais frequentes.
Controle de Constitucionalidade: ADI, ADC, ADPF e Legitimados
O controle de constitucionalidade é um dos temas mais cobrados em provas de Direito Constitucional e, ao mesmo tempo, um dos que mais causam confusão quando o candidato tenta aplicar os conceitos a situações concretas. Entender a lógica do sistema, e não apenas decorar os dispositivos, é o que permite responder com segurança mesmo quando a banca apresenta um enunciado que mistura dois ou três institutos no mesmo caso hipotético.
Este material percorre os fundamentos do controle de constitucionalidade, as diferenças entre os modelos difuso e concentrado, os legitimados e as ações cabíveis, com atenção especial às distinções que as bancas do ENAM e dos principais concursos de magistratura mais exploram.
Vade MEGE proibido no TJPR: o que cconteceu e o que estamos fazendo a respeito
Em 11 anos de atuação em concursos de magistratura, o MEGE já enfrentou muitos desafios ao lado dos concurseiros. Participamos de lutas importantes, como a que garantiu a obrigatoriedade de divulgação do espelho das provas de segunda fase. Acompanhamos de perto cada etapa de dezenas de certames em todo o país. Temos juízes e juízas em exercício em praticamente todos os tribunais da federação.
Por tudo isso, quando afirmamos que o episódio ocorrido na segunda fase do concurso do TJPR acerca do Vade MEGE nos surpreendeu profundamente, não é exagero. É porque o que aconteceu é, de fato, fora do comum.
Direito Constitucional Tributário: Imunidades e Repartição de Receitas
O Direito Constitucional Tributário costuma ser tratado como uma das partes mais áridas do Direito Público, mas é também uma das mais recompensadoras para quem investe no estudo com método. As imunidades tributárias e a repartição de receitas são temas de presença garantida nas provas do ENAM e nos concursos organizados pela FGV, e o nível de precisão que as questões exigem vai muito além da leitura dos artigos da Constituição.
O candidato que domina a jurisprudência do STF sobre imunidades, conhece os Temas de Repercussão Geral que moldaram a aplicação prática desses institutos e sabe identificar as distinções que as bancas usam para montar as alternativas erradas chega à prova com uma vantagem concreta. Este post explica os pontos de maior incidência, com atenção especial às pegadinhas mais frequentes e à lógica por trás de cada entendimento.
Boa leitura!
Responsabilidade Civil do Estado para Concursos: Doutrina, Teorias e Jurisprudência do STF e STJ
Olá megeanos(as)!
A responsabilidade civil do Estado é um dos temas mais cobrados em provas de Direito Administrativo nos concursos de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública. Ela aparece tanto nas questões objetivas, que testam o domínio das teorias e das excludentes, quanto nas questões discursivas e nas provas orais, que exigem a capacidade de aplicar a jurisprudência a situações concretas.
O que torna esse tema particularmente desafiador não é a dificuldade abstrata dos conceitos, mas a quantidade de nuances que a jurisprudência do STF e do STJ acrescentou ao texto do art. 37, parágrafo 6º, da Constituição Federal ao longo dos anos. Compreender os fundamentos por trás de cada decisão é o que permite ao candidato responder com segurança qualquer variação que a banca apresentar, inclusive as que descrevem situações concretas sem nomear os institutos.
Este material percorre as bases doutrinárias da responsabilidade civil do Estado, as teorias adotadas pelo ordenamento brasileiro e os julgados com maior incidência em prova, com atenção especial aos erros mais frequentes e às distinções que as bancas mais exploram.
Principais julgados dos Informativos: 1213 do STF e 886 do STJ
Olá megeanos(as)!
Acompanhar os informativos do STF e do STJ é uma das práticas mais decisivas na preparação para concursos de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública. As bancas não cobram apenas o enunciado das teses fixadas: cobram o fundamento por trás de cada decisão, as exceções que a delimitam e a capacidade de identificar como aquele raciocínio se aplica a situações concretas que o texto do julgado não descreve literalmente.
Os Informativos 1213 do STF e 886 do STJ concentram teses com altíssimo potencial de cobrança nas próximas provas, percorrendo Direito Constitucional, Processual Civil, Penal, Tributário e Civil. Este material apresenta cada julgado de forma estratégica, com atenção especial às distinções que as bancas mais exploram e aos erros mais comuns que os candidatos cometem ao estudar esses temas.
O que você vai encontrar neste material:
- Inconstitucionalidade da proibição de cotas universitárias e o conceito de déficit de prognose legislativa;
- Foro por prerrogativa de função para cargos vitalícios e o distinguishing em relação à AP 937 do STF;
- Dosimetria no roubo contra motorista de aplicativo;
- Arresto prévio via Sisbajud sem atuação de oficial de justiça;
- Decadência no IRPF com omissão de rendimentos;
- Seguro DPVAT e acidente decorrente de ilícito penal doloso;
- Cinco flashcards de revisão com gabarito comentado.

