Negócios Jurídicos para concursos: Defeitos, Nulidades e Jurisprudência do STJ
Olá megeanos(as)!
A Parte Geral do Direito Civil é o alicerce sobre o qual todo o restante do código se sustenta, e dentro dela os negócios jurídicos ocupam o espaço mais denso e mais cobrado. Não existe área do Direito Civil que não passe, em algum momento, pela compreensão dos planos do negócio jurídico, dos seus elementos essenciais e acidentais, dos seus defeitos e das consequências que cada vício produz.
Para quem se prepara para concursos de Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública, especialmente nas provas elaboradas pela FGV, dominar esse tema significa muito mais do que memorizar artigos. A banca constrói questões que exigem a conexão entre autonomia da vontade e boa-fé objetiva, a distinção precisa entre os sete defeitos do negócio jurídico e o conhecimento dos julgados do STJ que aplicam esses institutos a situações concretas.
Este material percorre o tema de forma progressiva, do plano da validade aos defeitos do consentimento, com atenção especial às distinções que mais geram confusão e à jurisprudência com maior probabilidade de cobrança.
Principais julgados dos Informativos: 1212 do STF e 885 do STJ
Olá megeanos(as)!
Acompanhar a jurisprudência dos tribunais superiores não é apenas uma recomendação de estudo: é uma exigência concreta de qualquer concurso jurídico de alto nível. O STJ e o STF decidem dezenas de casos por semana, e as bancas mais exigentes, como a FGV no ENAM, incorporam esses julgados às provas com velocidade crescente. Quem não acompanha chega à prova surpreso por questões cujas respostas contradizem o que aprendeu nos manuais.
O material de informativos a seguir reúne seis julgados recentes que percorrem Processo Penal, Execução Penal, Direito Constitucional, Civil, Processo Civil Coletivo e Direito Digital. Foram escolhidos pela riqueza técnica dos raciocínios envolvidos e pelo potencial de cobrança nas próximas provas: todos envolvem distinções ou superações de entendimentos anteriores, que é exatamente o tipo de situação que as bancas usam para separar candidatos.
Funções essenciais à Justiça: tudo que você precisa saber para Concursos
Olá megeanos(as)!
O Poder Judiciário atua, como regra geral, pautado pelo princípio da inércia: ele precisa ser provocado para iniciar sua atuação na resolução de conflitos. Quem exerce o papel de acionar essa engrenagem estatal são as chamadas Funções Essenciais à Justiça, que, embora estejam alocadas no mesmo capítulo constitucional dedicado ao Judiciário, não integram esse poder.
Para memorizar quem compõe esse grupo, os concurseiros utilizam o mnemônico DAMA: Defensoria Pública, Advocacia Pública, Ministério Público e Advocacia Privada. Cada uma dessas funções defende interesses específicos perante os tribunais e possui regras próprias de organização, ingresso e garantias que as bancas exploram com precisão.
Este material aprofunda os pontos teóricos, práticos e jurisprudenciais que mais aparecem nas provas objetivas e discursivas sobre as Funções Essenciais à Justiça, com atenção especial às distinções que mais geram confusão e aos julgados do STF que alteraram entendimentos anteriores.
ENAM: casos da CIDH e resoluções do CNJ que cairão no Exame
Olá megeanos(as)!
O ENAM consolidou Formação Humanística e Direitos Humanos como disciplinas de peso real na preparação para a magistratura. E dentro desse bloco, dois conjuntos de conteúdo têm aparecido com frequência crescente nas provas da FGV: as condenações do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos e as Resoluções do CNJ voltadas à proteção de minorias no sistema de justiça.
Dominar esses temas vai além de memorizar fatos e datas. O que a banca testa, especialmente nas provas de alto nível, é a capacidade de conectar as circunstâncias fáticas de cada caso ao direito violado e à resposta jurídica que a Corte ou o CNJ construiu. Quem entende a lógica por trás de cada julgado responde com segurança mesmo quando a questão apresenta variações que o enunciado literal não cobre.
Este material percorre os casos mais recentes e relevantes da CIDH envolvendo o Brasil e as duas resoluções do CNJ com maior probabilidade de cobrança no ENAM V, com atenção especial às distinções conceituais e às armadilhas que as bancas mais utilizam.

