A OpenAI anunciou recentemente que o ChatGPT, uma das mais conhecidas plataformas de inteligência artificial, deixará de fornecer orientação médica e jurídica individualizada, restringindo-se à oferta de informações gerais e ao redirecionamento para profissionais humanos qualificados. A decisão, amplamente divulgada por veículos de imprensa, marca um divisor de águas no debate sobre os limites éticos, legais e de responsabilidade civil e responsabilidade penal decorrentes do uso dessa tecnologia, além de reforçar a importância das restrições aplicadas à atuação de sistemas automatizados em áreas que exigem qualificação profissional e controle humano.